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DIVULGAÇÃO
Metodologias e estratégias de aprendizagem ativa com recurso ao digital
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial do AE de Mortágua
ACD
3,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE de Mortágua
A transformação digital das escolas exige que os docentes desenvolvam competências pedagógicas que lhes permitam integrar o digital de forma intencional, crítica e significativa nos processos de ensino e aprendizagem. Mais do que utilizar ferramentas tecnológicas de forma pontual, importa promover ...
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Ref. C61A1 Inscrições abertas até 14 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD2 26/27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 18 de Setembro de 2026
Fim: 18 de Setembro de 2026
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Marco Alexandre Carvalho Bento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE de Mortágua
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A transformação digital das escolas exige que os docentes desenvolvam competências pedagógicas que lhes permitam integrar o digital de forma intencional, crítica e significativa nos processos de ensino e aprendizagem. Mais do que utilizar ferramentas tecnológicas de forma pontual, importa promover metodologias que coloquem os alunos no centro da aprendizagem, favorecendo a participação, a colaboração, a criatividade, o pensamento crítico e a autonomia. A ACD “Metodologias e estratégias de aprendizagem ativa com recurso ao digital” pretende responder a esta necessidade, proporcionando aos docentes momentos de reflexão, experimentação e partilha em torno de estratégias pedagógicas ativas apoiadas por recursos digitais. Através da exploração de metodologias como a aprendizagem baseada em projetos, a sala de aula invertida, a gamificação, o trabalho colaborativo e a avaliação formativa com suporte digital, procura-se reforçar práticas mais dinâmicas, inclusivas e ajustadas aos desafios atuais da escola. Esta ação assume, assim, particular relevância por contribuir para a melhoria das práticas docentes, para a diversificação das estratégias de ensino e para a criação de ambientes de aprendizagem mais motivadores, participativos e alinhados com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. O digital é entendido não como um fim em si mesmo, mas como um meio ao serviço da pedagogia, capaz de potenciar aprendizagens mais significativas, diferenciadas e centradas nos alunos.
Objetivos
1. Compreender os princípios das metodologias de aprendizagem ativa e a sua relevância para a promoção de aprendizagens mais significativas, participativas e centradas nos alunos. 2. Explorar estratégias pedagógicas com recurso ao digital que favoreçam a colaboração, a autonomia, a criatividade, o pensamento crítico e a resolução de problemas. 3. Identificar ferramentas e recursos digitais adequados à implementação de práticas de aprendizagem ativa em diferentes contextos educativos. 4. Planificar atividades de ensino e aprendizagem que integrem metodologias ativas e tecnologias digitais de forma intencional, inclusiva e pedagogicamente sustentada. 5. Refletir sobre o papel do professor na criação de ambientes de aprendizagem dinâmicos, diferenciados e alinhados com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Conteúdos
Aprendizagem ativa e transformação pedagógica Conceito de aprendizagem ativa. O aluno como protagonista do processo de aprendizagem. O papel do professor como mediador, orientador e designer de experiências de aprendizagem. Metodologias ativas com recurso ao digital Sala de aula invertida. Aprendizagem baseada em projetos e problemas. Trabalho colaborativo e aprendizagem cooperativa. Gamificação e desafios digitais. Storytelling digital e criação de produtos pelos alunos. Ferramentas digitais ao serviço da aprendizagem Plataformas colaborativas e ambientes digitais de aprendizagem. Ferramentas para criação de conteúdos, quizzes, murais digitais, apresentações interativas e recursos multimédia. Utilização pedagógica de dispositivos móveis e recursos digitais em sala de aula. Estratégias de dinamização e participação dos alunos Organização de atividades individuais, a pares e em grupo. Estratégias para promover autonomia, criatividade, comunicação e pensamento crítico. Diferenciação pedagógica e inclusão com apoio do digital. Avaliação formativa com recurso ao digital Feedback imediato e contínuo. Instrumentos digitais de recolha de evidências de aprendizagem. Autoavaliação, heteroavaliação e avaliação entre pares. Planificação de atividades de aprendizagem ativa Desenho de uma atividade pedagógica com recurso ao digital. Articulação entre objetivos, metodologias, ferramentas digitais e avaliação. Partilha e reflexão sobre possibilidades de aplicação em contexto educativo.
Metodologias
A ação decorrerá com uma metodologia predominantemente prática, ativa e colaborativa, procurando envolver os formandos em experiências semelhantes às que poderão posteriormente implementar com os seus alunos. Serão privilegiados momentos de exploração orientada, experimentação de ferramentas digitais, trabalho colaborativo, partilha de práticas e reflexão pedagógica sobre a integração do digital em metodologias de aprendizagem ativa. A formação combinará breves momentos de enquadramento teórico com atividades práticas, nas quais os formandos serão convidados a analisar exemplos, experimentar recursos digitais e desenhar propostas de aplicação em contexto educativo. Ao longo da sessão, serão mobilizadas estratégias como a sala de aula invertida, a aprendizagem baseada em desafios, a gamificação, a aprendizagem cooperativa e a avaliação formativa com recurso ao digital, permitindo aos participantes vivenciar diferentes formas de dinamização pedagógica.
Modelo
A avaliação da ação terá um carácter contínuo, formativo e participativo, valorizando o envolvimento dos formandos nas atividades propostas, a reflexão crítica sobre as práticas pedagógicas e a capacidade de transferir os conhecimentos adquiridos para o contexto educativo. Tratando-se de uma Ação de Curta Duração, a avaliação incidirá sobretudo na participação ativa, na realização das tarefas práticas e na qualidade da proposta final concebida pelos formandos.
Observações
Bento, M., Lencastre, J. A., & Pereira, Í. (2018). Formação de professores em cenários de Mobile Learning, Flipped Learning e Gamification. Universidade do Minho. Lencastre, J. A., Bento, M., & Magalhães, C. (2016). Mobile Learning: potencial de inovação pedagógica. In Tecnologias e processos inovadores na educação (pp. 159–176). Editora CRV. European Commission. (2021). Digital Education Action Plan 2021–2027. Publications Office of the European Union. Martins, G. d’O., Gomes, C. S., Brocardo, J., Pedroso, J. V., Carrillo, J. L. A., Ucha, L. M., Encarnação, M., & Horta, M. J. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.~ UNESCO. (2023). Global Education Monitoring Report 2023: Technology in education — A tool on whose terms? UNESCO.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-09-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Laboratórios de Educação Digital: cenários de aprendizagem ativa
Educadores, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Oficina
50,0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos ...
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Ref. 204C59-A1 Inscrições abertas até 14 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126398/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 22 de Setembro de 2026
Fim: 19 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: ES Tondela
Formador
Paulo Sergio Rodrigues Nogueira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da “Transição digital na Educação”. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.
Objetivos
Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas decompetências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) Apresentação dos formandos e formadores. Apresentação da formação. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.
Metodologias
A oficina irá decorrer na modalidade de B-Learning com sessões presenciais e sessões online síncronas, com a seguinte distribuição: 15h presenciais e 10horas online síncronas. O formador irá recorrer às plataformas de gestão de aprendizagem e de videoconferência para a dinamização das sessões online síncronas. Trabalho autónomo : 25 horas de trabalho autónomo para: Os formandos criam e implementam 2atividades de aprendizagem, em contexto disciplinar e/ou interdisciplinar, integrando os conteúdos explorados nas sessões conjuntas. Durante as sessões de formação refletem e participam nas tarefas em curso. Como trabalho final, criam um cenário de aprendizagem com recurso aos LED, incluindo atividades experimentadas com os alunos, e elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-os em local próprio.
Avaliação
O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org) Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leaders andteachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdf Bannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for schoolleaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdf Carravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital.file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdf European Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework.https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 26-09-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Inglês nos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário
Docentes do grupo 220 e 330
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. C11-A1 Inscrições abertas até 14 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129157/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 23 de Setembro de 2026
Fim: 25 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: ES Santa Comba Dão
Formador
Helena Maria da Mota Lopes
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e oPA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação queincentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar tendo por base as diversas áreas de competência e domínios das aprendizagens essenciaisde inglês, refletindo a voz dos alunos; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' nacomunicação que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.
Conteúdos
Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Características dos alunos dos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário e metodologias (5h) -Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos -Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo -Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e comportamento. Módulo 3 – Competência comunicativa: Oralidade (10h) -Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de diferentes tipos de textos orais; atividades práticas com áudios/vídeos autênticos; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. -Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas de preparação para apresentações/debates; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 – Competência Comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) -Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com diferentes tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. -Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, (inter)disciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 – Mediação (5h) -No contexto das línguas -Nos documentos de referência: PA e AE -Na prática letiva - Exemplos de atividades. Módulo 6 – CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 – Competência Intercultural (5h) -Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa -Identificar e analisar textos literários adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de terobrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos(planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129.https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfildos Alunos. Disponível emhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Short, K, Day, D. & Schroeder, J. (2016). Teaching Globally. Reading the World Through Literature. Portland: StenhousePublishers
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 09-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 10 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino da Educação Física - Ensino Básico e Ensino Secundário
Professores do grupo de recrutamento 260 e 620
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. C15-A1 Inscrições abertas até 23 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129186/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 30 de Setembro de 2026
Fim: 18 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária de Molelos
Formador
Ana Margarida Picado Topete
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Educação Física, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina de Educação Física; Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e oPA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação queincentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos às diferentes matérias do currículo; Operacionalizar e estruturar as AE em Educação Física ao longo do Ensino Básico e Ensino Secundário, promovendo arecuperação de aprendizagens entre ciclos; Usar múltiplas formas de avaliação formativa e de feedback em Educação Física, de acordo com as necessidades e perfilde cada aluno; Desenvolver uma avaliação para a aprendizagem em Educação Física, diversificando métodos e instrumentos, numa lógica de compromisso e autorregulação.
Conteúdos
Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Subárea dos Jogos Desportivos Coletivos (JDC) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos aos JDC; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino do JDC; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 3 – Subárea da Ginástica (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Ginástica; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino da Ginástica; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 4 – Subárea das Atividades Rítmicas Expressivas (ARE) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos às ARE; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino das ARE; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 5 – Subárea da Patinagem (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Patinagem; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino da Patinagem; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 6 – Subárea do Atletismo (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos ao Atletismo; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino do Atletismo; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 7 – Subárea Outras (jogos de raquetes, desportos de combate) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à subárea Outras; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino das Outras matérias; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais (do módulo 2 ao módulo 7) são definidostendo por referência temas/domínios sinalizados pelasescolas/formandos que irão participar na formação. Cada turmafrequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25horas de formação. Na última sessão presencial haverá aapresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos(planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129.https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENSESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível emhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 20:00 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Monitorização e Avaliação de Projetos Educativos: Práticas de Autoavaliação e Melhoria Contínua
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial
ACD
6,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A monitorização e avaliação de projetos educativos em Portugal enquadram-se num quadro legal e institucional atualizado que valoriza a qualidade das aprendizagens, a autorregulação das escolas e a melhoria contínua do sistema educativo. Desde logo, a Lei de Bases do Sistema Educativo consagra o princípio ...
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Ref. C66ACD4 26/27 Inscrições abertas até 1 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD 4
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 12 de Outubro de 2026
Fim: 19 de Outubro de 2026
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Sofia Margarida Correia Gonçalves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A monitorização e avaliação de projetos educativos em Portugal enquadram-se num quadro legal e institucional atualizado que valoriza a qualidade das aprendizagens, a autorregulação das escolas e a melhoria contínua do sistema educativo. Desde logo, a Lei de Bases do Sistema Educativo consagra o princípio da avaliação permanente do sistema educativo, orientada para a sua eficácia e adequação às necessidades sociais. Este princípio implica que os projetos educativos das escolas sejam objeto de acompanhamento sistemático e avaliação, enquanto instrumentos estruturantes da ação educativa. Ao nível da organização das escolas, o Decreto-Lei n.º 75/2008 (na sua redação atual) reforça a importância da autoavaliação como mecanismo de regulação interna, integrando-a nos instrumentos de prestação de contas e gestão escolar. A autoavaliação constitui, assim, uma dimensão essencial da monitorização dos projetos educativos, articulando planeamento, execução e melhoria. No plano da avaliação institucional, destaca-se o Quadro de Referência da Avaliação Externa das Escolas, atualizado no âmbito do programa de Avaliação Externa das Escolas da Inspeção-Geral da Educação e Ciência. Este referencial organiza-se em domínios como Resultados, Prestação do Serviço Educativo, Liderança e Gestão e Autoavaliação, integrando explicitamente processos de monitorização, análise de resultados e implementação de estratégias de melhoria. A atualização mais recente reforça ainda a articulação com sistemas de monitorização da educação inclusiva e com indicadores de qualidade educativa. Neste contexto, as escolas são chamadas a: a) recolher e analisar evidências sobre a execução dos projetos; b) monitorizar resultados académicos e sociais dos alunos; c) comparar dados de avaliação interna e externa; d) ajustar práticas com base nos resultados obtidos. Assim, a monitorização e avaliação dos projetos educativos configuram-se como um processo contínuo, sistemático e regulado, articulando avaliação interna (autoavaliação) e externa (IGEC), e assumindo-se como condição essencial para a melhoria sustentada das práticas educativas e dos resultados escolares.
Objetivos
• Definir e aplicar indicadores de monitorização dos projetos educativos, com recurso a instrumentos estruturados de recolha de evidências. • Interpretar dados de avaliação (internos e externos) para apoiar a reflexão sobre práticas pedagógicas; • Reconhecer a importância da articulação entre planeamento, monitorização e avaliação, enquanto suporte à melhoria das práticas educativas. • Construir e utilizar instrumentos de apoio (grelhas, rubricas e/ou relatórios) que sistematizem o acompanhamento e a avaliação das ações educativas.
Conteúdos
• Enquadramento da avaliação no sistema educativo português: princípios da monitorização e avaliação de projetos educativos e articulação com o Quadro de Referência da Avaliação Externa das Escolas; • Indicadores de monitorização em projetos educativos: tipologias de indicadores, critérios de definição e relação com objetivos educativos; • Evidências educativas e análise de dados: dados de avaliação interna e externa, leitura e interpretação de resultados escolares; • Instrumentos de monitorização e regulação pedagógica: grelhas de registo, relatórios de acompanhamento e instrumentos de autoavaliação de projetos educativos.
Metodologias
A Ação de Curta Duração será desenvolvida em regime online, com a duração total de 6 horas, assumindo uma abordagem teórico-prática e prática, centrada na reflexão e na aplicação dos conteúdos ao contexto profissional dos docentes. A ação tem como eixo estruturante a importância da monitorização e avaliação dos projetos educativos, enquanto instrumentos fundamentais para a melhoria das práticas pedagógicas e para a promoção da qualidade das aprendizagens. Serão utilizadas metodologias que promovam a participação ativa dos formandos, articulando momentos de exposição breve de enquadramento conceptual com atividades práticas de análise e construção de instrumentos de monitorização.
Modelo
A avaliação dos formandos assume um carácter formativo, contínuo e prático, adequado à natureza de uma Ação de Curta Duração (6 horas), centrada na participação ativa e na aplicação imediata dos conteúdos ao contexto profissional.
Observações
Alarcão, I. (2001). Escola reflexiva e supervisão: uma escola em desenvolvimento e aprendizagem. Porto: Porto Editora. Azevedo, R. (2007). Avaliação das escolas: fundamentos e práticas. Porto: Porto Editora.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE Santa Comba Dão
ACD
6,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62A2 Inscrições abertas até 15 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 29 de Outubro de 2026
Fim: 30 de Outubro de 2026
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Santa Comba Dão
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ética, Conduta, Integridade e Transparência na Gestão Pública
Educadores de Infância,Professores do Ensino Básico, Secundário e de Educação Especial
ACD
3,0 horas
e-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares.
A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis ...
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Ref. C68A1 Inscrições abertas até 22 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD5
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 4 de Novembro de 2026
Fim: 4 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: À Distância
Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares. A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis decisórios na implementação de políticas públicas. Deste modo, compete aos Centros de Formação de Associação de Escolas, no quadro legal da sua atuação, promover a qualificação de recursos humanos, no âmbito da temática em apreço. A robustez e a confiança dos cidadãos no Estado de Direito e nas suas instituições, como as escolas públicas, resulta, em grande parte, da ética e da transparência associadas à sua gestão. Nas escolas públicas, pessoal docente e pessoal não docente assumem uma significativa relevância enquanto servidores públicos. Deste modo, a adoção de elevados padrões de ética, integridade e transparência constituem um imperativo no exercício das suas funções. A conduta dos profissionais da educação encontra-se sistematicamente sob escrutínio, por parte dos diferentes públicos servidos, pelo que a formação e a atualização de competências destes profissionais se afiguram cruciais para o seu elevado desempenho ético e íntegro, robustecendo a conformidade legal da instituição escolar e a confiança e a segurança que os cidadãos nela depositam.
Objetivos
● Conhecer as noções e princípios – ética e conduta para as entidades de natureza pública. ● Conhecer o quadro legal atual – Estratégia Nacional Anticorrupção e o Regime Geral da Prevenção da Corrupção. ● Compreender os conceitos de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, identificando as suas implicações no exercício de funções públicas. ●Distinguir situações de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, aplicando corretamente os princípios legais e éticos associados. ● Conhecer o enquadramento legal da acumulação de funções. ● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas. ● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.
Conteúdos
● A ética, a conduta, a integridade e a transparência na gestão das organizações. ● O rigor, a objetividade, a isenção e a transparência como pressupostos fundamentais da gestão e da ação das organizações. ● Principais referências normativas. ● Noção de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses. ● A acumulação de funções – enquadramento legal. ● Ordem de serviço e formulários.
Metodologias
Apresentação/Reflexão/Partilha/Debate sobre os conteúdos a abordar.
Modelo
Preenchimento de um questionário pelos formandos e formadores e análise do tratamento estatístico em reunião da secção de formação e monitorização e conselho de diretores deste CFAE.
Observações
Instituto Nacional da Administração (2022). Governo Aberto Sob a Transparência, da Tecnologia, da Participação Cidadã, da Colaboração e das Redes Sociais na Gestão Pública, Atas do XXV Congresso Internacional do CLAD - Volume 2. Lisboa: INA Editora. MENAC (2025). Como desenvolver uma cultura de transparência na Administração Pública? Portugal: Transparência Internacional. Coroado, susana (2026). Transparência na vida pública. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Dias, Rui (2023). Transparência. Lisboa: Vida Económica. Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro Despacho n.º 3423-B/2026, de 16 de março Lei n.º 35/2014, de 20 de junho Lei n.º 52/2019, de 31 de julho Portaria n.º 188-G/2024/1, de 16 de agosto Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2025, de 25 de junho
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ética, Conduta, Integridade e Transparência na Gestão Pública
Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
Outro
3,0 horas
e-learning
Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares.
A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis ...
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Ref. PND2 26/27 Inscrições abertas até 22 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 2 26/27
Modalidade: Outro
Duração: 3,0 horas
Início: 4 de Novembro de 2026
Fim: 4 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: A Distância
Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
Acreditado pelo
AGSE - Agência para a Gestão do Sistema Educativo
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares. A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis decisórios na implementação de políticas públicas. Deste modo, compete aos Centros de Formação de Associação de Escolas, no quadro legal da sua atuação, promover a qualificação de recursos humanos, no âmbito da temática em apreço. A robustez e a confiança dos cidadãos no Estado de Direito e nas suas instituições, como as escolas públicas, resulta, em grande parte, da ética e da transparência associadas à sua gestão. Nas escolas públicas, pessoal docente e pessoal não docente assumem uma significativa relevância enquanto servidores públicos. Deste modo, a adoção de elevados padrões de ética, integridade e transparência constituem um imperativo no exercício das suas funções. A conduta dos profissionais da educação encontra-se sistematicamente sob escrutínio, por parte dos diferentes públicos servidos, pelo que a formação e a atualização de competências destes profissionais se afiguram cruciais para o seu elevado desempenho ético e íntegro, robustecendo a conformidade legal da instituição escolar e a confiança e a segurança que os cidadãos nela depositam.
Objetivos
● Conhecer as noções e princípios – ética e conduta para as entidades de natureza pública. ● Conhecer o quadro legal atual – Estratégia Nacional Anticorrupção e o Regime Geral da Prevenção da Corrupção. ● Compreender os conceitos de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, identificando as suas implicações no exercício de funções públicas. ●Distinguir situações de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, aplicando corretamente os princípios legais e éticos associados. ● Conhecer o enquadramento legal da acumulação de funções. ● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas. ● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.
Conteúdos
● A ética, a conduta, a integridade e a transparência na gestão das organizações. ● O rigor, a objetividade, a isenção e a transparência como pressupostos fundamentais da gestão e da ação das organizações. ● Principais referências normativas. ● Noção de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses. ● A acumulação de funções – enquadramento legal. ● Ordem de serviço e formulários.
Metodologias
Apresentação/Reflexão/Partilha/Debate sobre os conteúdos a abordar.
Modelo
Preenchimento de um questionário pelos formandos e formadores e análise do tratamento estatístico em reunião da secção de formação e monitorização e conselho de diretores deste CFAE.
Bibliografia
Instituto Nacional da Administração (2022). Governo Aberto Sob a Transparência, da Tecnologia, da Participação Cidadã, da Colaboração e das Redes Sociais na Gestão Pública, Atas do XXV Congresso Internacional do CLAD - Volume 2. Lisboa: INA Editora. MENAC (2025). Como desenvolver uma cultura de transparência na Administração Pública? Portugal: Transparência Internacional. Coroado, susana (2026). Transparência na vida pública. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Dias, Rui (2023). Transparência. Lisboa: Vida Económica. Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro Despacho n.º 3423-B/2026, de 16 de março Lei n.º 35/2014, de 20 de junho Lei n.º 52/2019, de 31 de julho Portaria n.º 188-G/2024/1, de 16 de agosto Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2025, de 25 de junho
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial do AE de Carregal do Sal
ACD
6,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62A1 Inscrições abertas até 12 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 25 de Novembro de 2026
Fim: 26 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Carregal do Sal
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
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