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DIVULGAÇÃO
Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE Santa Comba Dão
ACD
6,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62-A2 Inscrições abertas até 21 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 27 de Outubro de 2026
Fim: 30 de Outubro de 2026
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Santa Comba Dão
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
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Ética, Conduta, Integridade e Transparência na Gestão Pública
Educadores de Infância,Professores do Ensino Básico, Secundário e de Educação Especial
ACD
3,0 horas
e-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares.
A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis ...
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Ref. C68-A1 Inscrições abertas até 27 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD5
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 4 de Novembro de 2026
Fim: 4 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: À Distância
Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares. A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis decisórios na implementação de políticas públicas. Deste modo, compete aos Centros de Formação de Associação de Escolas, no quadro legal da sua atuação, promover a qualificação de recursos humanos, no âmbito da temática em apreço. A robustez e a confiança dos cidadãos no Estado de Direito e nas suas instituições, como as escolas públicas, resulta, em grande parte, da ética e da transparência associadas à sua gestão. Nas escolas públicas, pessoal docente e pessoal não docente assumem uma significativa relevância enquanto servidores públicos. Deste modo, a adoção de elevados padrões de ética, integridade e transparência constituem um imperativo no exercício das suas funções. A conduta dos profissionais da educação encontra-se sistematicamente sob escrutínio, por parte dos diferentes públicos servidos, pelo que a formação e a atualização de competências destes profissionais se afiguram cruciais para o seu elevado desempenho ético e íntegro, robustecendo a conformidade legal da instituição escolar e a confiança e a segurança que os cidadãos nela depositam.
Objetivos
● Conhecer as noções e princípios – ética e conduta para as entidades de natureza pública. ● Conhecer o quadro legal atual – Estratégia Nacional Anticorrupção e o Regime Geral da Prevenção da Corrupção. ● Compreender os conceitos de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, identificando as suas implicações no exercício de funções públicas. ●Distinguir situações de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, aplicando corretamente os princípios legais e éticos associados. ● Conhecer o enquadramento legal da acumulação de funções. ● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas. ● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.
Conteúdos
● A ética, a conduta, a integridade e a transparência na gestão das organizações. ● O rigor, a objetividade, a isenção e a transparência como pressupostos fundamentais da gestão e da ação das organizações. ● Principais referências normativas. ● Noção de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses. ● A acumulação de funções – enquadramento legal. ● Ordem de serviço e formulários.
Metodologias
Apresentação/Reflexão/Partilha/Debate sobre os conteúdos a abordar.
Modelo
Preenchimento de um questionário pelos formandos e formadores e análise do tratamento estatístico em reunião da secção de formação e monitorização e conselho de diretores deste CFAE.
Observações
Instituto Nacional da Administração (2022). Governo Aberto Sob a Transparência, da Tecnologia, da Participação Cidadã, da Colaboração e das Redes Sociais na Gestão Pública, Atas do XXV Congresso Internacional do CLAD - Volume 2. Lisboa: INA Editora. MENAC (2025). Como desenvolver uma cultura de transparência na Administração Pública? Portugal: Transparência Internacional. Coroado, susana (2026). Transparência na vida pública. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Dias, Rui (2023). Transparência. Lisboa: Vida Económica. Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro Despacho n.º 3423-B/2026, de 16 de março Lei n.º 35/2014, de 20 de junho Lei n.º 52/2019, de 31 de julho Portaria n.º 188-G/2024/1, de 16 de agosto Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2025, de 25 de junho
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ética, Conduta, Integridade e Transparência na Gestão Pública
Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
Outro
3,0 horas
e-learning
Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares.
A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis ...
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Ref. PND2 26/27 Inscrições abertas até 27 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 2 26/27
Modalidade: Outro
Duração: 3,0 horas
Início: 4 de Novembro de 2026
Fim: 4 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: A Distância
Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares. A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis decisórios na implementação de políticas públicas. Deste modo, compete aos Centros de Formação de Associação de Escolas, no quadro legal da sua atuação, promover a qualificação de recursos humanos, no âmbito da temática em apreço. A robustez e a confiança dos cidadãos no Estado de Direito e nas suas instituições, como as escolas públicas, resulta, em grande parte, da ética e da transparência associadas à sua gestão. Nas escolas públicas, pessoal docente e pessoal não docente assumem uma significativa relevância enquanto servidores públicos. Deste modo, a adoção de elevados padrões de ética, integridade e transparência constituem um imperativo no exercício das suas funções. A conduta dos profissionais da educação encontra-se sistematicamente sob escrutínio, por parte dos diferentes públicos servidos, pelo que a formação e a atualização de competências destes profissionais se afiguram cruciais para o seu elevado desempenho ético e íntegro, robustecendo a conformidade legal da instituição escolar e a confiança e a segurança que os cidadãos nela depositam.
Objetivos
● Conhecer as noções e princípios – ética e conduta para as entidades de natureza pública. ● Conhecer o quadro legal atual – Estratégia Nacional Anticorrupção e o Regime Geral da Prevenção da Corrupção. ● Compreender os conceitos de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, identificando as suas implicações no exercício de funções públicas. ●Distinguir situações de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, aplicando corretamente os princípios legais e éticos associados. ● Conhecer o enquadramento legal da acumulação de funções. ● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas. ● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.
Conteúdos
● A ética, a conduta, a integridade e a transparência na gestão das organizações. ● O rigor, a objetividade, a isenção e a transparência como pressupostos fundamentais da gestão e da ação das organizações. ● Principais referências normativas. ● Noção de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses. ● A acumulação de funções – enquadramento legal. ● Ordem de serviço e formulários.
Metodologias
Apresentação/Reflexão/Partilha/Debate sobre os conteúdos a abordar.
Modelo
Preenchimento de um questionário pelos formandos e formadores e análise do tratamento estatístico em reunião da secção de formação e monitorização e conselho de diretores deste CFAE.
Bibliografia
Instituto Nacional da Administração (2022). Governo Aberto Sob a Transparência, da Tecnologia, da Participação Cidadã, da Colaboração e das Redes Sociais na Gestão Pública, Atas do XXV Congresso Internacional do CLAD - Volume 2. Lisboa: INA Editora. MENAC (2025). Como desenvolver uma cultura de transparência na Administração Pública? Portugal: Transparência Internacional. Coroado, susana (2026). Transparência na vida pública. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Dias, Rui (2023). Transparência. Lisboa: Vida Económica. Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro Despacho n.º 3423-B/2026, de 16 de março Lei n.º 35/2014, de 20 de junho Lei n.º 52/2019, de 31 de julho Portaria n.º 188-G/2024/1, de 16 de agosto Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2025, de 25 de junho
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
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Inovação educativa para o fomento da criatividade, da equidade e do bem-estar emocional: INCREBE_EDU
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básicos e Secundário e da Educação Especial do projeto Transfronteiriço INCREBE_EDU
ACD
6,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial participantes no projeto Transfronteiriço INCREBE_EDU
A presente ação de formação de curta duração surge da necessidade de capacitar o corpo docente para o desenvolvimento de competências associadas à inclusão, à diferenciação pedagógica e ao bem-estar emocional em ambientes educativos. Face às exigências do Decreto-Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, ...
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Ref. ACDACD 11 Inscrições abertas até 2 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD11 26/27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 6 de Novembro de 2026
Fim: 6 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Valladolid
Formador
Isabel Maria Lucas Leite Marques
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial participantes no projeto Transfronteiriço INCREBE_EDU
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão e Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro
Enquadramento
A presente ação de formação de curta duração surge da necessidade de capacitar o corpo docente para o desenvolvimento de competências associadas à inclusão, à diferenciação pedagógica e ao bem-estar emocional em ambientes educativos. Face às exigências do Decreto-Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, ambos de 6 de Julho, e às dez áreas do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, torna-se fundamental dotar os professores de abordagens metodológicas inovadoras que promovam a equidade e a criatividade como ferramentas de combate ao insucesso escolar. O projeto transfronteiriço INCREBE-EDU fomenta diretamente a cooperação bilateral e a partilha de boas práticas entre escolas das regiões Centro/Norte de Portugal e de Castela e Leão (Espanha). Esta sinergia enriquece os processos de ensino, aprendizagem e avaliação, assim como expande os horizontes pedagógicos através de redes colaborativas de inovação.
Objetivos
Integrada no espírito de cooperação internacional, a formação assume-se como um espaço de trabalho colaborativo presencial baseado no Projeto EIRIS-EI. O seu grande propósito é o estabelecimento de pontes metodológicas sólidas entre agrupamentos de escolas nacionais e centros educativos da região de Castela e Leão, visando: • Capacitar os docentes em estratégias pedagógicas ativas que promovam o bem-estar e o desenvolvimento da criatividade dos alunos no ecossistema escolar; • Estimular a criação de redes colaborativas estáveis entre escolas ibéricas para a partilha contínua de recursos e dinâmicas inclusivas; • Desenvolver cenários de aprendizagem conjuntos (escolas parceiras) focados na equidade, criatividade, inovação educacional e no desenho de projectos bilaterais estruturados.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação estruturam-se em duas partes, refletindo tanto a componente teórica como prática: Parte I - Enquadramento Estratégico e Redes de Cooperação e Criatividade Pedagógica (3h) • Acolhimento, Entrega de Documentação e Sessão de Abertura e inauguração oficial pelas autoridades educativas de Castela e Leão e das regiões Centro e Norte. • Conferência “El bienestar educativo a través del fomento de la creatividad del alumnado y los docentes” – evidenciando a abordagem ao bem-estar educativo através do fomento da criatividade de alunos e docentes. • O Projeto INCREBE-EDU: Primeiros Passos – Apresentação das linhas orientadoras, metas e estratégias de intervenção conjunta e definição dos primeiros passos operacionais para a criação de redes de colaboração entre as escolas parceiras. Parte II - Oficinas de trabalho colaborativo entre Escolas Parceiras (3h) • Sessões de trabalho conjunto e dinâmicas de cooperação entre escolas parceiras de Portugal e Castela e Leão. • Conceção e estruturação prática de estratégias conjuntas para a construção de cenários de aprendizagem focados na equidade, inovação, criatividade e bem-estar. • Apresentação partilhada das Escolas Parceiras, debate e validação das propostas de trabalho e estratégias bilaterais desenhadas pelas escolas parceiras, promovendo a reflexão e o alinhamento de propósitos e abordagens metodológicas.
Metodologias
A ação decorrerá em regime Presencial. A metodologia de trabalho assume uma vertente teórico-prática e marcadamente participativa. Alternar-se-ão palestras conceptuais e apresentações de enquadramento com dinâmicas aplicadas de oficinas em grupo, onde as escolas parceiras trabalharão de forma conjunta e colaborativa. Inclui uma componente de aprendizagem em contexto real através de uma visita cultural pedagógica focada na valorização dos recursos locais e históricos.
Modelo
Frequência obrigatória das seis horas de formação. Preenchimento de um questionário pelos formandos e formadores e análise do tratamento estatístico em reunião da Secção de Formação e Monitorização e Conselho de Diretores deste CFAE.
Observações
Ministério da Educação / DGE. (2018). Decreto-Lei n.º 54/2018 / Decreto-Lei n.º 55/2018 - Educação Inclusiva. • Ministério da Educação / DGE. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. • Schön, D. (1992). Formar Professores como Profissionais Reflexivos. Lisboa: Dom Quixote. • Documentação de referência técnica dos Projetos Locais e Transfronteiriços (INCREBE-EDU / ERiS_iE).
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
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Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial do AE de Carregal do Sal
ACD
6,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62-A1 Inscrições abertas até 12 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 25 de Novembro de 2026
Fim: 26 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Carregal do Sal
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
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